13 de maio de 2011

PR4 - Cercanias da Freita

Foi já no passado dia 17 de Abril (ops! Já levo todo este atraso na publicação??? Incredible...) que o grupo "Tocacaminhar" deu início ao "novo ano lectivo" no que a caminhadas diz respeito. O PR eleito para abertura desta nova temporada pedestrianística foi o PR4, "Cercanias da Freita".
Não irei alongar-me em conversas e devaneios políticos (até porque a recessão económica portuguesa não me paga para o fazer), pelo que avanço já para as fotografias que ilustram esta primeira caminhada. Vamos a elas.


...Figura_01: Depois do encontro no Autocarro Bar, em Aveiro, pelas 09H00 matinais, rumámos até Arouca e dali até ao ponto de início do PR (junto à capela da pequena aldeia de Santa Maria do Monte). Como é já tradição, fizemos a foto de grupo no início. Para quê?, poderão perguntar-se alguns... Sempre dá para, no final, confirmarmos se perdemos alguém pelo mato... lol


...Figura_02: E com a indicação do já famoso "meu pau" (de caminhante), lá seguimos nós trilho acima, pelo percurso de pequena rota que segue por caminhos tradicionais de montanha por 13,5 km.


...Figura_03: Em bom ritmo, vemos a Marisa (Costa), o Luís (Oliveira), a Liliana (Vidal), a Maria José (Alves) e a Sandra (Santos) a caminhar, todos com muita vontade.


...Figura_04: O trilho subia serra acima, assumindo cores e contornos muito interessantes...


...Figura_05: ... Sempre apreciados por todos (e por este caminhante na imagem, em particular).


...Figura_06: "É por aqui, sim. Vêem a marca?" (digam lá que não pareço um verdadeiro líder dos caminhantes...)


...Figura_07: Claro que havia também que ir apreciando as "pequenas" belezas que a mãe Natureza nos ia apresentando.


...Figura_08: De quando em vez havia que parar e escutar o grupo (até porque "alguém" estava ainda de ressaca e necessitava de recuperar o fôlego nessas paragens).


...Figura_09: Após o que seguíamos trilho afora (oh! quanto eu gosto deste termo "afora!". É digno de constar em todos os relatos que aqui vos faço, non é vero?)


...Figura_10: Perante o olhar atento de "alguns moradores" daquelas bandas.


...Figura_11: Pelo percurso íamos passando por alguns pequenos lugarejos praticamente inabitados (apesar de avistarmos algumas, muito poucas, chaminés fumegantes, indicadoras dos, poucos, habitantes da serra).


...Figura_12: Tínhamos avançado já 2,2 km desde a aldeia de Santa Maria do Monte...


...Figura_13: Rumando depois pelos 2,5 km que nos faltavam para "Viveiros da Granja".


...Figura_14: Sempre com o olhar atento do "homem do pau"...


...Figura_15: Claro que também é necessário "alimentar a alma", pois o percurso continuava a subir serra acima (apreciaram esta figura de estilo? Chama-se um pleonasmo, pois trata-se de uma repetição de uma ideia já expressa. "subir" e "acima". As coisas que eu vos ensino!)...


...Figura_16: Vêem como é sempre a subir?


...Figura_17: Tanto que quase já não avistamos os heróicos caminhantes a meio daquela encosta!


...Figura_18: Mas ainda assim continuávamos a "alimentar a alma"...


...Figura_19: Claro que também foi preciso alimentar o corpo, pelo que nos sentámos na beira do caminho (até porque "o tal elemento" sob ressaca já tinha ficado vários metros abaixo a fazer o mesmo, para recuperar a energia...).


...Figura_20: O almoço decorreu a 0,6 km de Viveiros e a 1,9 km de Ameixieira (mal sabíamos nós que a 500 metros deste local, onde nos sentámos no chão duro e poeirento, sem sombra, existia um local com mesas e muitas árvores, ideal para o repasto!)


...Figura_21: Estão a ver do que estava a falar?


...Figura_22: Neste momento estávamos precisamente "aqui"...


...Figura_23: Enquanto o pelotão de trás (Zé e Margarida) falavam de culinária (um tema que durou durante largos quilómetros), na frente falava-se de striptease (percebem agora porque estávamos todos lá na frente?)


...Figura_24: Avistámos ainda um rochedo onde se fazia a adoração a Amon-Ra...
(Eu sei que vocês até acreditariam nisso. Mas, e porque não estou aqui para enganar ninguém, aquele desenho na pedra foi efectuado por um morador com um jacto de água sob pressão).


...Figura_25: E seguimos pelo trilho, neste momento já em fase descendente, rumo ao ponto de partida.


...Figura_26: Comigo e com a Zé felizes por mais esta caminhada (na vida).


...Figura_27: Avistámos muitas pinhas, algumas bastante grandes (aqui num primeiro plano, com a Marisa e a Zé em p(l)ano de fundo...


...Figura_28: Claro que também as havia pequenas, como estas (vieram para o espólio na Villa FMJ).


...Figura_29: O percurso apresentava um colorido estranho: castanho-seco pintalgado com verdes fortes das árvores, numa mistura verdadeiramente deslumbrante (aqui não muito perceptíveis)... para além, claro, do deslumbrante caminhante na foto!


...Figura_30: Todos os obstáculos iam sendo ultrapassados (aqui numa imagem simbólica, com a Marisa e a Zé a "removerem" um tronco caído no caminho).


...Figura_31: Avistavam-se flores bonitas...


...Figura_32: Avistavam-se bonitas borboletas...


...Figura_33: Avistavam-se os tradicionais "o teu pai é careca?"...


...Figura_34: Estávamos quase no final do percurso, mas ainda assim nova reunião do grupo à espera dos mais retardados (aqueles que iam fazendo fotos às flores, às borboletas, aos "pais carecas"...)


...Figura_35: E porque alguns dos caminhos ainda estavam repletos de água, algumas vezes era preciso saltar para as bermas... e atravessar barreiras.


...Figura_36: Meninas, desviem o vosso olhar do modelo na foto e reparem na água que corria pelo caminho...


...Figura_37: E chegámos (finalmente) ao ponto de partida, na aldeia de Santa Maria do Monte, onde "a minha rosa" foi enfeitar as rosas locais...


...Figura_38: E porque a tradição ainda é o que era, para além do facto bem conhecido da importância de uma boa e fresca cervejinha (ai não sabiam que a cerveja é uma bebida hidratante após a prática de exercício físico. A conclusão é de um estudo científico realizado pela Universidade de Barcelona. Segundo os investigadores catalães, a alta presença de elementos antioxidantes na cerveja ajuda a reduzir os efeitos produzidos pelo desporto, como a fadiga ou a falta de ar. Viram?), rumámos até Arouca para as tradicionais mines de final de caminhada.

E prontes (ahá! Cá está ela). Foi assim que tudo aconteceu. Brevemente novas novidades (eis de novo a figura de estilo que vos ensinei atrás) sobre... as novidades. Até lá, fiquem bem!

1 Comments:

Blogger TocaCaminhar said...

Ainda bem que há alguém que escreve sobre as aventuras dos TocaCaminhar! Para mais tarde recordar e mostrarmos aos seguidores! Beijinhos e obrigado pela junção de letras que fizeste.
Liliana Vidal

14 maio, 2011  

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